Mais informações em: www.sadofly.com
Thunder Tiger Phoenix BX/ST II
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BMI lança software Simulador gratuito
A BMI lançou um software gratuito simulador de voo RC. Através deste novo software é possível experimentar todos os modelos disponibilizados pela marca.
Este simulador permite a escolha de alguns cenários de voo (montanha, lago, etc.), a escolha das condições atmosféricas e ainda a calibragem do rádio simulador.
O rádio simulador recomendado é o Game Pilot 6.
Download: http://www.bmi-models.com/FS/
Mais informações em: http://www.bmi-models.com/#en/BMI_Free_Simulator/6/4445
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Modificação de servos para Rotação 360º
A transformação de servos é um processo muito utilizado no modelismo sempre que o curso do servo não é o suficiente para a aplicação em causa. Para resolver esse problema é normal transformar-se o servo para que o mesmo passe a rodar 360º. Fica de seguida uma sugestão recorrendo a uma alteração na electrónica do servo, nomeadamente na substituição do potenciómetro do servo por 2 resistências 2.4 K (para este caso).
Fonte: http://www.sentex.net/~mec1995/gadgets/servos/servomod.html
Existem os mais diversos exemplos de transformações de servos na internet. Ficam alguns exemplos:
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Controlo de um rádio
O objectivo deste post é dar a conhecer a maneira correcta de utilizar um rádio para controlar
um aeromodelo telecomandado.
Na figura seguinte é apresentado o modo de utilização de um rádio para controlo de um aeromodelo:
A figura anterior retrata o modo de utilização de um rádio em Portugal, no modo 2.
O modo 2 consiste em usar o stick do lado esquerdo para o controlo do motor e cauda
e o stick do lado direito para o controlo dos ailerons e do elevador.
Contudo, existem diversos países, tais como os Estados Unidos, onde se trabalha em modo 1 com os sticks trocados.
O manuseamento dos 2 sticks permite o controlo dos 4 canais mais importantes de um aeromodelo.
Outros modelos mais complexos necessitam de mais canais, como por exemplo, aviões com trem
de aterragem retráctil ou luzes de presença. Estes canais são utilizados por outros botões no rádio, caso o mesmo tenha mais de 4 canais.
A interligação destes canais entre o receptor e o modelo deve respeitar a seguinte norma:
- Canal 1 – Ailerons
- Canal 2 – Elevador
- Canal 3 – Controlo Motor
- Canal 4 – Cauda
A cada um destes canais ligam-se os respectivos servos que convertem a componente eléctrica do modelo para a sua componente mecânica que controla toda a arquitectura do modelo.
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Flash 3.0 Brushless
Especificações Técnicas:
- Comprimento: 480 mm
- Largura: 300 mm
- Peso: 3200 g
- Motorização Brushless
- Caixa Redutora 10.1 : 1
- Variador Electrónico 120 A Programável
- Baterias Lipo ou Nimh (NÃO INCLUIDAS)
- Chassis em alumínio bastante robusto
- 4 WD
- Sistema de Diferencial central para melhor performance
- O variador pode ser programado para aceitar baterias Nimh ou Lipo, sendo que são obtidas maiores velocidades com baterias Lipo: Lipo 2S 50 Km/h / Lipo 3S 75 km/h / Lipo 4S 100 km/h
- Outras programações no variador: marcha-atrás ou não e ainda percentagem de travagem na desaceleração do modelo
- Inclui barras estabilizadoras
- Amortecedores ajustáveis
O kit contém:
- Modelo
- Rádio GM XG-6 40 MHz
- Motorização Brushless 2 KW + Variador Electrónico 120 A + Caixa Redutora (electrónica instalada)
- Apenas não inclui bateria
Vídeos:
Imagens Detalhadas:
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Balanceamento de Hélices
O balanceamento de hélices é um dos processos mais importantes para garantir a estabilidade de um avião de rádio controle.
Antes de se fazer o balanceamento, é necessário verificar a posição do furo da hélice, pois deve estar exactamente centralizado. A distância do furo às pontas das hélices tem que ser o mesmo, ou seja, ao girar a hélice, as suas pontas devem passar exactamente sobre o mesmo ponto.
Processo de Balanceamento:
1) Marcar uma linha longitudinal que atravesse o centro da hélice.

2) Fazer as 4 marcas (A, B, C e D) uma em cada quadrante tal como se pode observar nas figuras seguintes.
3) Colocar a hélice verticalmente no balanceador com o lado marcado A-C para cima.
4) Se o lado A-C cair no sentido anti-horário, por exemplo, então a área do bordo de ataque A está pesada e deve ser lixada com cuidado. Da mesma forma se cair no sentido horário, a área do bordo de fuga C está pesada e deve ser lixada. Como precaução deve sempre lixar-se a parte superior da hélice e não a inferior.

e) Sempre que a hélice parar constantemente na diagonal, como se pode verificar na figura seguinte, a área do bordo de ataque D deverá ser lixada. No caso da figura4 a área do bordo de fuga B está pesada, necessitando de correcção.

f) O balanceamento está completo quando a hélice parar aleatoriamente em posições diferentes sempre que for movimentada.
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Dicas simples de Automodelismo – Parte 1
Cuidados com o Receptor
E-Clips
Óleo para o Filtro de Ar
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Sadofly – Yak 54
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Sadofly – Dornier DO-27
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Dicas básicas sobre a escolha de uma hélice
A escolha da hélice é um dos passos mais importantes antes de se colocar qualquer avião telecomandado no ar.
O objectivo da hélice é puxar o ar à sua volta e empurrá-lo numa determinada direcção. No caso do aeromodelismo, como é lógico, as hélices puxam o ar da frente do avião para trás fazendo com que o aeromodelo se desloque para a frente.
O objectivo da escolha da hélice para um determinado aeromodelo é alcançar o máximo desempenho da hélice tendo em conta o motor que está a ser utilizado, ou seja, saber qual será a força realizada e a velocidade possível, e para isso, é essencial conhecer o torque do motor, o passo da hélice e seu raio.
Para o mesmo valor de rotação do motor, quanto maior for o raio da hélice, mantidos todos os outros parâmetros, maior será a quantidade de ar deslocada por volta, logo existe uma maior força a aplicar pelo motor não se podendo por isso aumentar demasiado o raio pois causará a perda de rotação do motor.
Para o mesmo valor de rotação do motor, se aumentarmos o passo da hélice, uma quantidade maior de ar irá passar pela hélice, aumentando a velocidade. Concluindo, se aumentar o passo da hélice, a velocidade do avião poderá ser maior, e vice-versa. Contudo, mais uma vez, ao se aumentar em demasia o passo da hélice, o motor perde rotação.
Como se acabou de verificar, as duas grandezas mais importantes na escolha da hélice é o diâmetro e o passo. Outras grandezas a ter em conta na escolha da hélice são o material das pás e o número de pás. De seguida são apresentados os efeitos proporcionados na eficiência da hélice ao se alterar cada uma destas grandezas:
- Diâmetro (explicado acima)
- Passo (explicado acima)
- Nº Pás
Quanto mais pás uma hélice tiver, mais força é exercida por volta. Geralmente aumenta-se o número de pás na hélice quando a hélice ideal é muito grande comparada ao tamanho do avião, de modo a diminuir o seu diâmetro.
- Material das Pás
A explicação deste tópico é bastante complexo pois também depende do fabricante da hélice. Resumidamente, os tipos de hélices mais conhecidas são as de Nylon, Madeira, Fibra e de Carbono. Comparando as hélices mais utilizadas, Nylon e Madeira, a de madeira tem uma melhor eficiência pois com o aumentar de velocidade tem uma deflexão menor.
Para facilitar a escolha da hélice aos aeromodelistas, cada motor tem no seu manual a hélice recomendada de acordo com as suas característica, bem como diversas combinações passo – diâmetro. Existem ainda tabelas de referência para a escolha da hélice depende da motorização, tal como se pode ver na figuras seguintes:

|
Motores a 2 tempos |
Motores a 4 tempos | ||||
| Cilindrada (em polegadas cúbicas) |
Tamanho standard |
Alternativo | Cilindrada (em polegadas cúbicas) |
Tamanho standard |
Alternativo |
| .049 | 6 x 3 | 5-1/4 x 4 5-1/2 x 4 6-3-1/2 6 x 4 7 x 3 |
.20 – .21 | 9 x 6 | 9 x 5 10 x 5 |
| 09 | 7 x 4 | 7 x 3 7 x 4-1/2 7 x 5 |
.40 | 11 x 6 | 10 x 6 10 x 7 11 x 4 11 x 5 11 x 7 11 x 7-1/2 12 x 4 12 x 5 |
| .15 | 8 x 4 | 8 x 5 8 x 6 9 x 4 |
.45 – .48 | 11 x 6 | 10 x 6 10 x 7 10 x 8 11 x 7 11 x 7-1/2 12 x 4 12 x 5 12 x 6 |
| .19 – .25 | 9 x 4 | 8 x 5 8 x 6 9 x 5 |
.60 – .65 | 12 x 6 | 11 x 7-1/2 11 x 7-3/4 11 x 8 12 x 8 13 x 5 13 x 6 14 x 5 14 x 6 |
| .29 – .30 | 9 x 6 | 9 x 7 9-1/2 x 6 10 x 5 |
.80 | 13 x 6 | 12 x 8 13 x 8 14 x 4 14 x 6 |
| .35 – .36 | 10 x 6 | 9 x 7 10 x 511 x 4 |
.90 | 14 x 6 | 12 x 10 13 x 8 14 x 8 15 x 6 |
| .40 | 10 x 6 | 9 x 8 11 x 5 |
1.20 | 16 x 6 | 14 x 8 15 x 6 15 x 8 16 x 8 17 x 6 18 x 5 18 x 6 |
| .45 | 10 x 7 | 10 x 6 11 x 511 x 6 12 x 4 |
1.60 | 16 x 6 | 15 x 6 15 x 8 16 x 8 18 x 6 18 x 8 20 x 6 |
| 50 | 11 x 6 | 10 x 8 11 x 7 12 x 4 12 x 5 |
2.40 | 18 x 10 | 18 x 12 20 x 8 20 x 10 |
| .60 – .61 | 11 x 7 | 11 x 7-1/2 11 x 7-3/4 11-8 12 x 6 |
2.70 | 20 x 8 | 18 x 10 18 x 12 |
| .70 | 12 x 6 | 11 x 8 12 x 8 13 x 6 14 x 4 |
3.00 | 20 x 10 | 18 x 12 20 x 10 |
| .78 – .80 | 13 x 6 | 12 x 8 14 x 4 14 x 5 |
Nota:
Esta tabela refere-se Para uma hélice tripá |
||
| 1.08 | 16 x 6 | 15 x 8 18 x 5 |
|||
| .90 – .91 | 14 x 6 | 13 x 8 15 x 6 16 x 5 |
|||
| 1.20 | 16 x 8 | 16 x 10 18 x 5 18 x 6 |
|||
| 1.50 | 18 x 6 | 18 x 8 20 x 6 |
|||
| 1.80 | 18 x 8 | 18 x 10 20 x 6 20 x 8 22 x 6 |
|||
| 2.00 | 20 x 8 | 18 x 10 20 x 6 20 x 10 22 x 6 |
|||
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